quarta-feira, 2 de maio de 2012
Exemplo vindo da Golegã
Um exemplo enviado da Golegã, onde se criou pragmaticamente, um via para transportes que não o automóvel (velocípedes e a cavalo).
Também é bem explícito que o estacionamento do lado da via é ilegal e sujeito a reboque.
Não é claro pela sinalização vertical se a via tem sentido único ou se é possível circular no sentido contrário ao automóvel. Pela sinalização na via e pelo exemplo apresentado, parece ser possível.
Ao olhar para esta foto, não consigo deixar de pensar noutra via tão parecida, que tantas vezes evito, devido ao trânsito e inacessibilidade.
domingo, 29 de abril de 2012
Passeio da revolução
Anuncia-se
O passeio de bicicleta pela rota de resistência do Barreiro,
em que se conjuga pedaladas com a história do concelho.
O ponto de encontro é às 10h na Rotunda Norte do Barreiro, e passará por diversos pontos do concelho, onde se fará um resumo dos eventos desses locais relacionados com a resistência pré-25 de Abril.
Mais uma iniciativa da ibikebarreiro. Evento no facebook
Agradecimento à Divisão de Cultura Património Histórico e Museus, da CMB, pelo texto e informação da rota.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Infraestrutura em Londres
Londres tem uma quantidade de trânsito assustadora, complementado com um sistema de transportes públicos vasto, interligado, e do qual muito é exigido.
No entanto, consegue numa das áreas mais caras do muito por m2, arranjar ciclovias e infraestruturas para andar de bicicleta. Porquê?
Porque há vontade.
Em Lambeth tropecei nesta jóia: um parque de estacionamento complementado com uma bomba de ar pública.
Um pneu cheio é mais seguro e facilita o movimento da bicicleta.
O equipamento é feito de material robusto, estético e possui um mecanismo para os utilizadores enviarem a sua opinião "O que pensa deste equipamento?".
Basta apontar o telemóvel e enviar opinião.
O link da empresa de equipamentos está visível mas fica já aqui o link: http://www.cyclehoop.com/
quinta-feira, 29 de março de 2012
Algumas fotos do Passeio da Primavera - I
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| À saída do Barreiro |
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| Na estrada nacional |
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| E que tal aqui uma ciclovia? |
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| Já na ciclovia a caminho da Moita |
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| Ciclovia na Moita à beira rio |
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| Futuros ciclistas já a praticar |
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| Cada um no seu "burro" |
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| O tempo está soberbo para um piquenique |
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| Mais tarde foto de grupo. Por enquanto fica a foto de grupo de algumas das bicicletas |
sábado, 24 de março de 2012
Passeio da Primavera - Barreiro até ao Rosário
Vamos entrar na Primavera em família, de bicicleta!
Apelamos aos Barreirenses de que, em família, se pode desfrutar de um bom passeio de bicicleta, contemplando o desabrochar da primavera e promovendo a saúde.
Para quem preferir um pic nic, pode levar o seu cesto e ficar pelo Rosário para desfrutar do descanso com uma paisagem diferente.
O Passeio da Primavera pertence ao conjunto de iniciativas promovidas pela iBikeBarreiro (http://
quarta-feira, 14 de março de 2012
O conceito de Bike bus - Parte III
Continuando o tópico de um Bike Bus para o Barreiro:
[[O conceito de Bike bus - Parte I]]
[[O conceito de Bike bus - Parte II]]
Propôs-se um circuito de autocarro que desse para transportar bicicletas para além de passageiros. Também se propôs um circuito hipotético de 15 km.
Neste artigo expande-se a sugestão para 2 circuitos:
- um circuito circular de 11 km
- um circuito linear de pelo menos 5,7 km (para chegar à Mata da Machada, sendo o ideal até à estação ferroviária de Coina)
À semelhança do proposto no artigo anterior, estes circuitos
- Permitem circular em todo o concelho
- Atravessam as zonas altas do Barreiro
- Permitem cruzar a linha do comboio em 3 locais incluindo os malfadados túnel e viaduto
- Fazem ligação com a linha do Sado em 4 estações
- Permitem chegar à Mata da Machada evitando a circulação de bicicleta na estrada nacional.
- Passam por pontos centrais do concelho
- Interligam as ciclovias já existentes
- Passam pelas zonas verdes e ribeirinhas, privilegiadas para passeio e lazer.
O circuito linear, idealmente seguiria até à estação de Coina. Mas mesmo cedendo que ligasse apenas a Mata da Machada à Rotunda junto ao Fórum Barreiro, este circuito já permitiria varrer várias freguesias ao longo da estrada Nacional, permitiria cruzar o túnel e aceder ao centro do Barreiro (perfeitamente ciclável), interagir com a Linha do Sado e Terminal Fluvial (descendo a Av. da Républica até à antiga estação do Barreiro). Este circuito cruzaria a Mata da Machada, o Parque da cidade, e a zona ribeirinha do Pólis.
Verde - zonas verdes e ribeirinhas, Azul - trajecto do Bike Bus, Ciano - interface com transportes ferro-fluviais, Vermelho - cruzamento do túnel da Rua Miguel Bombarda.
O circuito circular permitiria levar a bicicleta através de pontos centrais do Barreiro (alguns deles em zonas altas), como o Lavradio, Barreiro centro, Verderena, Santo André, Casquilhos e Alto do Seixalinho, ao longo de 11.4 km.
Este circuito permitiria também cruzar a linha férrea em dois dos locais complicados: o viaduto da Rua Miguel Pais, e a passagem desnivelada do Lavradio. Este circuito permitiria também o interface com o Terminal Fluvial, e as estações de comboio do Barreiro e Lavradio.
Sobrepondo os dois circuitos obtém-se o mapa em baixo, com um circuito de 11.4 km e outro de 5.7 km (mais se for até à estação de Coina).
Enriquecendo o mapa, assinalando:
- Verde - zonas verdes e ribeirinhas,
- Azul - trajectos dos Bike Bus,
- Ciano - interface com transportes ferro-fluviais,
- Amarelo - ciclovias existentes no Barreiro
- Vermelho - zonas altas no Barreiro
- e muito importante, pontos a Vermelho - cruzamentos da ferrovia no túnel da Rua Miguel Bombarda, rotunda do Lavradio, e viaduto da Rua Miguel Pais.
Obtém-se esta bonita proposta :
segunda-feira, 12 de março de 2012
O conceito de Bike bus - Parte II
Continuando o tópico do Bike bus [[O conceito de Bike bus - Parte I]], fica aqui uma ideia para uma carreira dentro do Barreiro que permita transportar passageiros e bicicletas.
Na Figura está assinalado:
- a verde - zonas verdes e ribeirinhas
- a azul - trajecto hipotético do Bike Bus
- a ciano - interfaces com a linha de comboio
Um circuito de 15 km que:
- Atravesse todo o concelho
- Atravesse as zonas altas do Barreiro (Alto do Seixalinho, Alto de Santo André, Casquilhos, topo do Lavradio),
- Permita cruzar a linha do comboio (na passagem desnivelada da rotunda da escola Álvaro Velho),
- Faça ligação com a linha do Sado e de Coina (Estações do Lavradio, Baixa da Banheira e Coina). O acesso ao Terminal Fluvial seria feito pela Av. Du Bocage.
- Permita chegar à Mata da Machada evitando a circulação de bicicleta na estrada nacional.
- Passe por pontos centrais do concelho (ligando Coina, Santo André, Palhais, Alto do Seixalinho, Lavradio, e Barreiro Velho)
- Interligue as ciclovias já existentes (cruzando em Santo André, no Alto do Seixalinho e na Av. Bento Gonçalves)
- Passe pelas zonas verdes e ribeirinhas, privilegiadas para passeio e lazer (Mata da Machada, Parque da Cidade, zona do Pólis, Parque da Baixa da Banheira e Av. Bento Gonçalves).
Na Figura está assinalado:
- a azul - trajecto hipotético do Bike Bus (aproximado ao centro do Barreiro)
- a verde - as ciclovias existentes no Barreiro
- a vermelho - zonas altas do Barreiro
domingo, 11 de março de 2012
O conceito de Bike bus - Parte I
Em Lisboa descobri o serviço Bike Bus
[[Bike Bus da Carris]]
Este serviço permite levar a bicicleta em 6 carreiras que atravessam Lisboa, e o serviço é simples de utilizar:
1 – Entre no autocarro Bike Bus com a sua bicicleta pela porta de saída do veículo
2 – Fixe a bicicleta na braçadeira de velcro antes do veículo iniciar a viagem
3 - Valide o seu título de transporte nos validadores existentes no interior do veículo
Aqui pode se encontrar o mapa da rede Bike Bus [[Mapa]]
Há que elogiar os Transportes Colectivos do Barreiro pelo serviço que prestam.
De notar que são apenas 4 as cidades que possuem uma rede própria de autocarros, e os TCB servem os Barreirenses dentro e para fora da cidade.
É de notar também, que nem a Carris nem o Metro de Lisboa sincroniza os seus serviços com a chegada dos barcos da Transtejo, como acontece no Terminal do Barreiro. Provavelmente este tipo de interface organizado não acontece em mais lado nenhum do País.
Fica aqui o convite aos TCB para implementar mais um serviço inovador, seguir o exemplo de Lisboa, e juntar o melhor dos dois mundos: a bicicleta e os transportes públicos.
Ficam aqui ideias da "internet":
sábado, 10 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
A implementação de ciclovias em Portugal
Acho que é de senso comum que a construção de ciclovias exige mais espaço, mais meios e estudos mais complexos do que faixas cicláveis, que aproveitam o que já foi feito para o trânsito automóvel.
Para além disso, o uso de ciclovias no passeio traz a bicicleta para um meio muito menos estruturado do que a estrada. Os automóveis seguem regras bem específicas do código da estrada. Os peões não.
Quando ontem percorri parte da Av. do Brasil em Lisboa, usei a ciclovia para andar a pé, pois o piso é muito mais confortável do que a calçada. Fi-lo em contra-mão para estar atento a eventuais bicicletas. Foi como andar fora do passeio numa mini-estrada.
Mas para além destas desvantagens, ainda se junta uma mais complicada de resolver, que é a má execução. Não consegui conter um sorriso quando vi o que está nesta fotografia:
Nada afirma a perca de prioridade da bicicleta como um poste de um semáforo no meio da faixa!
Nem sei que diga do toque final de a sinalização vertical obrigatória para a bicicleta estar colocado no mesmo obstáculo que impede a passagem da bicicleta!
nUnO
Para além disso, o uso de ciclovias no passeio traz a bicicleta para um meio muito menos estruturado do que a estrada. Os automóveis seguem regras bem específicas do código da estrada. Os peões não.
Quando ontem percorri parte da Av. do Brasil em Lisboa, usei a ciclovia para andar a pé, pois o piso é muito mais confortável do que a calçada. Fi-lo em contra-mão para estar atento a eventuais bicicletas. Foi como andar fora do passeio numa mini-estrada.
Mas para além destas desvantagens, ainda se junta uma mais complicada de resolver, que é a má execução. Não consegui conter um sorriso quando vi o que está nesta fotografia:
Nada afirma a perca de prioridade da bicicleta como um poste de um semáforo no meio da faixa!
Nem sei que diga do toque final de a sinalização vertical obrigatória para a bicicleta estar colocado no mesmo obstáculo que impede a passagem da bicicleta!
nUnO
sexta-feira, 2 de março de 2012
A prioridade dos velocípedes
Em conversa na última bicicletada falou-se na questão da prioridade do velocípede, em particular nas rotundas.
Ainda passa a impressão de que a bicicleta tem que ceder passagem ao automóvel que quer entrar na rotunda.
Aqui fica o link para o código da estrada [[Código da estrada]].
Os artigos relevantes são o 30, 31 e 32.
Ou como está resumido no site da RTP a propósito das alterações ao código em 2009 :
ROTUNDAS
nUnO
Ainda passa a impressão de que a bicicleta tem que ceder passagem ao automóvel que quer entrar na rotunda.
Aqui fica o link para o código da estrada [[Código da estrada]].
Os artigos relevantes são o 30, 31 e 32.
Ou como está resumido no site da RTP a propósito das alterações ao código em 2009 :
ROTUNDAS
- Nas rotundas, situadas dentro ou fora das localidades, o condutor deve escolher a via de trânsito mais conveniente ao seu destino.
- Os condutores de veículos a motor que pretendam entrar numa rotunda passam a ter de ceder a passagem aos condutores de velocípedes, de veículos de tracção animal e de animais que nela circulem.
- Os condutores que circulam nas rotundas deixam de estar obrigados a ceder passagem aos eléctricos que nelas pretendam entrar.
- Passa a ser proibido parar ou estacionar menos de 5 metros , para um e outro lado, das rotundas e no interior das mesmas.
nUnO
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Cicloficina do Primeiro Domingo
No próximo dia 4, o primeiro Domingo de Março, vai decorrer mais uma cicloficina no Moinho do Jim.
Estaremos lá das 10h-12h.
Para quem não conhece, o moinho é este
E fica aqui um link para a localização:[[ Encontra-nos aqui ]]
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Uma ideia para o Barreiro no Jornal do Barreiro
Perdoem a auto-publicidade, mas para quem não teve a oportunidade de ler no Jornal do Barreiro, fica aqui a contribuição do iBikeBarreiro para "Uma ideia para o Barreiro".
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Zona 30 - Implementações diferentes
Uma das medidas recentes para aumentar a qualidade no centro do Barreiro foi a criação de uma zona 30, onde o trânsito automóvel está limitado a 30 Km/h. Por enquanto a zona 30 aplica-se na parte final da Rua Miguel Bombarda (entre a Câmara Municipal e a Av. Alfredo da Silva), e à Av. Alfredo da Silva:
A implementação da zona 30 consistiu na colocação de sinalética a indicar a velocidade máxima nestes troços.
No entanto esta limitação está dependente da atenção e vontade dos automobilistas. Quando a zona 30 foi criada a Rua Miguel Bombarda foi aberta aos dois sentidos, mas inicialmente, muitos automobilistas continuavam a virar para a Rua Stara Zagora porque não se apercebiam do levantamento do sentido proibido. Para além disso, como pode o sinal prevenir que as velocidades ultrapassem os 30 km/h?
Vejamos a solução holandesa, aplicada num troço de 400 m de uma estrada movimentada (incluindo a circulação de autocarros), que atravessa uma zona residencial.O objectivo será reduzir a quantidade de tráfego, os níveis de ruído, e o risco causado por excesso de velocidade:
Antes de chegar à localidade e à zona 30, existem estrangulamentos propositados em ambos os extremos da via, que obrigam o trânsito a abrandar e mesmo a parar:
O anúncio do início da zona 30 é destacado não só pela sinalização vertical, mas também sinalização clara e bem visível no asfalto. O piso é diferenciado e elevado ao nível do passeio.
Neste troço, em vez de se rebaixar os passeios, elevam-se as passadeiras, não só facilitando a circulação do peão, mas também criando lombas que reduzem a velocidade.
Se a sinalização vertical e as lombas não desmotivam os aceleras, a física desmotiva.
Blocos de cimento colocados na via são um elemento dissuasor bastante eficiente. Os canteiros são colocados em lados alternados da faixa de rodagem, obrigando os automobilistas a abrandar para contornar esta gincana, e mesmo parar se houver trânsito em ambos os sentidos.
Parece uma ideia radical, mas funciona, é de baixa manutenção e não depende da vontade do automobilista em cumprir a lei.Como o trânsito é lento e mais fácil de gerir, e a existência de uma zona 30 desmotiva o uso da via apenas como via de passagem, evita simultaneamente engarrafamentos e excesso de tráfego.
Note-se que os canteiros são colocados na faixa automóvel, sem estorvar a faixa ciclável. Desta implementação resulta sim, uma zona de trânsito lento, onde os peões e ciclistas podem circular com baixo risco.
Como última nota, aponta-se que o estacionamento paralelo ao longo da via também é desmotivado.
Para comparação ficam aqui imagens da nossa Zona 30:
Rua Miguel Bombarda:
Av. Alfredo da Silva
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